segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Filosofando Um Tiquinho

 Às vezes em nossa vida pacata nos deparamos com situações ínfimas que, ao nosso ver,  são significantes. Como por exemplo, se dedicar a algo e ter em proporção a chamada decepção. Quanto mais almejamos a retribuição de um ato, mais talvez possamos nos decepcionar, não no tratante a negócios, pois apesar de expectativa e esperança andarem de mãos dadas, razão, fé, otimismo em grande harmonia, esse conjunto é necessário na sua realização profissional e não em sua totalidade em um relacionamento(seja ele amoroso seja de amizade). A criação de um amor sem contraprestações, como por exemplo a caridade, que está mais ligada a um ato de atitude, pode ser a melhor maneira de se sentir realizado não se fragilizando ou mesmo auto-flagelando diante de uma situação ruim. Assim como trata a etimologia grega em suas terminologias, o amor(ÁGAPE) incondicional subjetivado na atitude racional de um ato, pode ser contraposto a outras formas menos racionais, ou seja, mais passionais(como o EROS e o PHILOS). Em pormenores, tendo a consciência racional de suas atitudes e sabendo identifica-lás contrapondo sentimento e razão, alcançará assim a estabilidade demandada no ideal cristão de vida, não se deparando com decepções criadas por você mesmo.

Emmanuel Ludgero.

domingo, 21 de novembro de 2010

Rafinha Inha

Rafinha Inha, pessoa de bom coração e trabalhadeira(termo um tanto quanto chulo). Durante anos, buscou encontrar seu par siamês, mas seu desvio de septo não deixava. Noites e mais noites mal dormidas, todo e qualquer relacionamento era um soco no olho e um chute na bunda, roncava que era uma beleza! Comia sushi repentinamente e freqüentava endocrinologista para não ficar gordelas. Chocolate então nem se fala, ovo 35 na páscoa e Panetone no natal. Datas comemorativas serviam somente para isso, festinhas de criança era só alegria, sua diversão era encher o chapeuzinho(aquele que tem elástico e arrebenta no pé da orelha) de brigadeiros(sim, exatamente, como toda família pobre faz nas festas alheias).  Todavia, como toda historia tem seu desfecho com adversidade, Rafinha conheceu um endócrino maluco que a fez tomar suco de morando no lugar da Coca, biscoito cream cracker no lugar da pizza e polenguinho light no lugar do Doritos(ai loucura gente). Atualmente, nossa heroína(de herói e não de drogas) encontra-se apaixonada por um estranho ao meio, mas também de bom coração. Fim de papo, fim.